Endividamento

Endividamento

DÍVIDA - R$ MILHÕES Montante1 Vencimento Custo Nominal
AES Tietê Energia2 4.053,4    
4a Emissão de Debêntures - 3º série 347,9 dez/20 IPCA + 8,43% a.a.
5a Emissão de Debêntures 199,5 dez/23 IPCA + 6,54% a.a
6a Emissão de Debêntures - 2a série 346,0 abr/24 IPCA + 6,78% a.a.
7a Emissão de Debêntures - 2a série 765,6 fev/23 CDI + 1,30% a.a.
8a Emissão de Debêntures 204,6 mai/30 IPCA + 6,02% a.a.
9a Emissão de Debêntures 1a série 1.395,3 mar/27 CDI + 1,00% a.a.
9a Emissão de Debêntures 2a série 621,1 mar/29 IPCA + 4,71% a.a.
9a Emissão de Debêntures 3a série 173,1 mar/29 IPCA + 4,71% a.a.
AES Tietê Eólica 169,1    
1a emissão de Debêntures - 1série 89,8 dez/25 IPCA + 7,61% a.a.
1a emissão de Debêntures - 2série 83,8 dez/25 IPCA + 7,87% a.a.
 

A dívida bruta consolidada da AES Tietê Energia encerrou o 2T19 em R$ 4.261,9 milhões, 3,7% superior à posição de dívida bruta em 30 de junho de 2018 (R$ 4.107,9 milhões) para fazer frente a parte do Capex dos ativos solares.

O refinanciamento feito em abril desse ano, trouxe dívidas com menores custos, prazos mais alongados e limite de covenants mais flexível. Para isso, foram realizados os seguintes eventos:

(i) 9ª emissão de debêntures, no valor total de R$ 2,2 bilhões;

(ii) resgate antecipado da 1ª série da 6ª emissão de debêntures e da 1ª série da 7ª emissão de debêntures, no valor de R$ 689,1 milhões e R$ 540,3 milhões, respectivamente; e

(iii) resgate antecipado do financiamento do BNDES, no valor de R$ 651,6 milhões, e repasse do Banco do Brasil de R$ 246,6 milhões, em sua subsidiária AES Tietê Eólica.

Em 30 de junho de 2019, as disponibilidades somavam R$ 1.396,9 milhões, montante inferior ao valor registrado no mesmo período de 2018 (R$ 2.048,8 milhões). Tal diferença se deve, principalmente, aos investimentos realizados em projetos solares, em especial para construção e aquisição do Complexo Solar Ouroeste e geração distribuída.

                              Cronograma de amortização da dívida3 (R$ milhões)                                  Dívida Bruta por Indexador4                           

                       

 

Abaixo, a escala de rating da AES Tietê Energia.
 

 

Covenants

O limite mais restritivo estabelecido pelas dívidas da Companhia é de 3,85x e o índice de cobertura de juros não poderá ser inferior a 1,50x. Em linha com a estratégia de diversificação de fontes da Companhia, as novas dívidas emitidas já possuem limite maior, variando entre 4,0x e 4,5x e com restrição do índice de cobertura de juros de 1,25x.

O índice de alavancagem (Dívida Líquida / Ebitda Ajustado5) encerrou o segundo trimestre em 2,93x. O índice de cobertura de juros (Ebitda Ajustado / Despesas Financeiras) fechou o 2T19 em 2,82x.

 

Dívida Líquida (R$ bilhões) e Alavancagem (vezes)


 

Como parte de sua estratégia de buscar uma estrutura de capital otimizada, a Companhia tem buscado alongar o prazo médio e otimizar os custos de suas dívidas. A 9ª emissão trouxe uma contribuição significativa para esta melhoria, conforme evolução demonstrada no gráfico abaixo.

Custo e prazo médio da dívida6

Custo e prazo médio da dívida
 

Ainda na linha de uma estrutura ótima e diferenciada, a AES Tietê Energia foi a primeira companhia brasileira a emitir debêntures de projeto solar com certificado de Green Bond (“debêntures verdes”), por meio da sua 9ª emissão. Os Green Bonds são papéis de dívida usados para captar recursos destinados a financiar projetos ligados à sustentabilidade, como infraestrutura de energia limpa e renovável, transporte verde e projetos capazes de reduzir emissões e o consumo de água, energia e matérias-primas. Essa emissão recebeu a certificação da CBI (Climate Bond Initiative), sendo que a excelência na governança dos projetos e comprometimento com indicadores GBP (Green Bond Principles) foram fundamentais para essa conquista.

 

1 Saldo contábil atualizado.
2 Não considera arrendamento financeiro.
3 Fluxo composto por amortização de principal.
4 Valores relativos ao principal.
5 Ebitda ajustado para incluir os 12 meses dos ativos adquiridos, inclusive o período anterior ao mesmo fazer parte da estrutura da Companhia.
6 Ebitda ajustado para incluir os 12 meses dos ativos adquiridos, inclusive o período anterior ao mesmo fazer parte da estrutura da Companhia.

 

Debêntures

A Companhia realizou 3 emissões de debêntures, sendo que todas as debêntures da 1ª emissão até a 2ª emissão foram devidamente liquidadas e não estão em circulação.

3ª Emissão de Debêntures pela Companhia

Em 31 de outubro de 2006, a Companhia emitiu 80.000 debêntures simples, não-conversíveis em ações, todas nominativas e escriturais, da espécie com garantia real, em série única, com valor nominal unitário de R$ 10 mil, no valor total de R$ 800,0 milhões. As debêntures rendem juros, correspondentes a 100,0% da variação da Taxa DI, capitalizada de um spread de 2,25% ao ano, base 252 dias úteis.

O principal da 3ª Emissão da Brasiliana será amortizado nas seguintes datas:

  • 20/Maio/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2016 – R$ 160.000.000,00

Total = R$ 800.000.000,00

Documentos da 3ª Emissão

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