Endividamento

Endividamento

DÍVIDA - R$ MILHÕES Montante Vencimento Custo Nominal
2a emissão de Debêntures 519,4 mai/19 CDI + 0,79% a.a.
3a emissão de Debêntures 297,9 mar/20 108,2% do CDI
4a emissão de Debêntures - 2a série 153,8 dez/18 CDI + 2,15 a.a.
4a emissão de Debêntures - 3a série 324,0 dez/20 IPCA + 8,43% a.a.
5a emissão de Debêntures 179,3 dez/23 IPCA + 6,54% a.a.
 
A dívida bruta da AES Tietê Energia totalizava R$ 1.475,0 milhões em 31 de março de 2017, valor 3,7% superior à posição da dívida bruta em 31 de março de 2016 (R$ 1.422,6 milhões). Essa variação está associada à 5ª emissão de debêntures em 15 de novembro de 2016 no valor de R$ 180 milhões, adicionado à liquidação da 1ª série da 4ª emissão de debêntures no dia 15 de dezembro de 2016, com amortização no valor de R$ 143,5 milhões.

No encerramento do 1T17, as disponibilidades somavam R$ 732,0 milhões, montante em linha com o valor registrado no mesmo período de 2016 (R$ 734,2 milhões).

Dessa forma, a dívida líquida em 31 março de 2017 era de R$ 742,9 milhões, montante 7,9% superior em relação à posição em 31 de março de 2016 (R$ 688,3 milhões) em função, principalmente, da 5ª emissão de debêntures, compensado parcialmente pela liquidação da 1ª série da 4ª emissão de debêntures..

Os gráficos a seguir apresentam a composição dos indexadores do endividamento da Companhia em 31 de março de 2017, bem como cronograma de amortização até 2023.

 
            Dívida Bruta por Indexador                                                                                          Cronograma de amortização da dívida (R$ milhões)                                 

                       

 

A tabela abaixo indica a escala de rating da AES Tietê Energia.

 

Covenants

Os covenants das dívidas da Companhia consideram o índice Dívida Líquida pelo EBITDA Ajustado, que não pode ser superior a 3,5x, com exceção da 5ª emissão de debêntures, que prevê que em caso de Aquisição de Ativos pela emissora, o índice assume como limite 3,85x durante o período de 36 meses ou até a data de vencimento, o que ocorrer primeiro. O índice Dívida Líquida pelo EBITDA Ajustado encerrou o trimestre dentro do limite estabelecido, em 0,8x.

Todas as emissões, com exceção da 5ª emissão de debêntures, também consideram um covenant de cobertura de juros (EBITDA Ajustado pelas Despesas Financeiras), que não pode ser inferior a 1,75x. Ao final do 1T17, esse indicador estava em 4,6x vs. 5,3x no final do 1T16.

 
Dívida Líquida (R$ milhões) 
 
Cobertura de juros
 

O custo médio da dívida da Companhia em 31 de março de 2017 era de 12,0% ao ano, em comparação a 14,9% no mesmo período de 2016, conforme tabela abaixo. Essa variação decorre, principalmente, da redução da curva de CDI e IPCA durante o período.

O prazo médio da dívida consolidada no 1T17 foi de 2,5 anos, inferior ao mesmo período de 2016, que era de 2,7 anos.


Custo e prazo médio da dívida
 
Custo e prazo médio da dívida
 

Debêntures

A Companhia realizou 3 emissões de debêntures, sendo que todas as debêntures da 1ª emissão até a 2ª emissão foram devidamente liquidadas e não estão em circulação.

3ª Emissão de Debêntures pela Companhia

Em 31 de outubro de 2006, a Companhia emitiu 80.000 debêntures simples, não-conversíveis em ações, todas nominativas e escriturais, da espécie com garantia real, em série única, com valor nominal unitário de R$ 10 mil, no valor total de R$ 800,0 milhões. As debêntures rendem juros, correspondentes a 100,0% da variação da Taxa DI, capitalizada de um spread de 2,25% ao ano, base 252 dias úteis.

O principal da 3ª Emissão da Brasiliana será amortizado nas seguintes datas:

  • 20/Maio/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2016 – R$ 160.000.000,00

Total = R$ 800.000.000,00

Documentos da 3ª Emissão

 

 

 

logo índice sustentabilidade empresarial logo tiet3 logo tiet4 logo tiet11

Copyright 2015 AES Tietê - Todos os direitos reservados

Desenvolvido: RIWEB