Endividamento

Endividamento

DÍVIDA - R$ MILHÕES Montante Vencimento Custo Nominal
4a emissão de Debêntures - 3º série 320,0 dez/20 IPCA + 8,43% a.a.
5a emissão de Debêntures 183,6 dez/23 IPCA + 6,54% a.a
6a emissão de Debêntures - 1a série 688,8 abr/22 CDI + 0,90 a.a.
6a emissão de Debêntures - 2a série 320,0 abr/24 IPCA + 6,78% a.a.
3a emissão de Notas Promissórias 900,0 jun/18 CDI+ 1,35% a.a.
 

A dívida bruta da AES Tietê Energia totalizava R$ 2.413,1 milhões em 30 de junho de 2017, valor 71,6% superior à posição da dívida bruta em 30 de junho de 2016 (R$ 1.406,6 milhões). Essa variação está associada à:

(i) 5ª emissão de debêntures em 15 de novembro de 2016 no valor de R$ 180 milhões;

(ii) Liquidação da 1ª série da 4ª emissão de debêntures no dia 15 de dezembro de 2016, com amortização no valor de R$ 143,5 milhões;

(iii) 6ª emissão de debêntures em 15 de abril de 2017 no valor de R$ 1 bilhão, realizada para o resgate antecipado das 2ª e 3ª emissões de debêntures e da 2ª série da 4ª emissão de debêntures; e

(iv) 3ª emissão de Notas Promissórias (“NPs”), no valor total de R$ 900 milhões, utilizada para a aquisição de Alto Sertão II, conforme divulgado anteriormente pela Companhia.

No encerramento do 2T17, as disponibilidades somavam R$ 1.584,1 milhões, montante superior ao valor registrado no mesmo período de 2016 (R$ 346,9 milhões). Tal diferença se deve, principalmente, à 3ª emissão de NPs e ao fato da aquisição de Alto Sertão II não ter sido concluída até o encerramento do trimestre.

Dessa forma, a dívida líquida em 30 junho de 2017 era de R$ 829,0 milhões, montante 21,8% inferior em relação à posição em 30 de junho de 2016 (R$ 1.059,7 milhões) em função, principalmente, das 5ª e 6ª emissões de debêntures e da 3ª emissão de notas promissórias, compensado parcialmente pelo resgate antecipado das 2ª e 3ª emissões de debêntures e da 2ª série da 4ª emissão de debêntures, bem como da liquidação da 1ª série da 4ª emissão de debêntures.

Os gráficos a seguir apresentam a composição dos indexadores do endividamento da Companhia em 30 de junho de 2017, bem como cronograma de amortização até 2023.

 

            Dívida Bruta por Indexador                                                                                          Cronograma de amortização da dívida (R$ milhões)                                 

                       

 

A tabela abaixo indica a escala de rating da AES Tietê Energia.

 

Covenants

A fim de permitir o avanço de sua estratégia de crescimento, a Companhia realizou o resgate antecipado facultativo total das 2ª e 3ª emissões de debêntures e da 2ª série da 4ª emissão de debêntures, utilizando os recursos obtidos através da 6ª emissão de debêntures, com o objetivo de readequar os covenants da Companhia. Os ajustes realizados incluem:

  • Alteração do limite máximo do índice Dívida Líquida pelo EBITDA Ajustado19 de 3,5x para 3,85x no caso de aquisição de ativos, durante 36 meses ou até o final da respectiva emissão, o que vier primeiro;
  • Inclusão do EBITDA Ajustado proforma dos últimos 12 meses do ativo adquirido;
  • Alteração do limite mínimo do índice de cobertura de juros (EBITDA Ajustado pelas Despesas Financeiras) de 1,75x para 1,5x; e
  • Alteração para 2 trimestres consecutivos para não cumprimento dos índices.

A Companhia esclarece, ainda, que está negociando com os debenturistas da 3ª série da 4ª emissão de debêntures para que os mesmos ajustes também sejam realizados na respectiva escritura da emissão.

Assim sendo, os covenants das dívidas da Companhia consideram o índice Dívida Líquida pelo EBITDA Ajustado, que não pode ser superior a 3,5x, sendo que em caso de Aquisição de Ativos pela emissora, o índice assume como limite 3,85x durante o período de 36 meses ou até a data de vencimento da respectiva dívida, o que ocorrer primeiro, com exceção da 4ª emissão de debêntures, conforme mencionado acima. O índice Dívida Líquida pelo EBITDA Ajustado encerrou o trimestre dentro do limite estabelecido, em 1,0x.

Com relação ao covenant de cobertura de juros (EBITDA Ajustado pelas Despesas Financeiras), considerado em todas as emissões, com exceção da 5ª emissão de debêntures, o indicador não pode ser inferior a 1,5x no caso da 6ª emissão de debêntures e da 3ª emissão de notas promissórias, e não pode ser inferior a 1,75x, no caso da 4ª emissão de debêntures. Ao final do 2T17, esse indicador estava em 4,4x vs. 4,7x no final do 2T16.

 
Dívida Líquida (R$ milhões) 
 
Cobertura de juros
 

O custo médio da dívida da Companhia em 30 de junho de 2017 era de 11,4% ao ano, em comparação a 14,4% no mesmo período de 2016, conforme tabela abaixo. Essa variação decorre, principalmente, da redução da curva de CDI e IPCA durante o período.

O prazo médio da dívida consolidada no 2T17 foi de 3,3 anos, superior ao mesmo período de 2016, que era de 2,5 anos, devido ao alongamento da dívida em função da emissão realizada em abril de 2017.


Custo e prazo médio da dívida
 
Custo e prazo médio da dívida
 

Debêntures

A Companhia realizou 3 emissões de debêntures, sendo que todas as debêntures da 1ª emissão até a 2ª emissão foram devidamente liquidadas e não estão em circulação.

3ª Emissão de Debêntures pela Companhia

Em 31 de outubro de 2006, a Companhia emitiu 80.000 debêntures simples, não-conversíveis em ações, todas nominativas e escriturais, da espécie com garantia real, em série única, com valor nominal unitário de R$ 10 mil, no valor total de R$ 800,0 milhões. As debêntures rendem juros, correspondentes a 100,0% da variação da Taxa DI, capitalizada de um spread de 2,25% ao ano, base 252 dias úteis.

O principal da 3ª Emissão da Brasiliana será amortizado nas seguintes datas:

  • 20/Maio/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2016 – R$ 160.000.000,00

Total = R$ 800.000.000,00

Documentos da 3ª Emissão

 

 

 

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